Precedentes no Processo do Trabalho com módulo IRDR

Atividade formativa inspirada pela experiência de Bruno Latour no livro “A Fabricação do Direito”, mediante o olhar antropológico sobre o ofício de magistrado do trabalho.

Pretende-se reconstruir detalhes da tecelagem do raciocínio jurídico.

Após suscitar nos magistrados a experiência etnográfica na posição de pesquisador, mediante o projeto “Vivendo o Trabalho Subalterno”, a Escola Judicial do TRT/RJ pretende realizar uma nova abordagem antropológica, desta vez, colocando o ofício judicial sob o olhar antropológico.

Aspira-se, com esta atividade, ampliar os registros perceptivos e sensoriais destes magistrados, a fim de apurar sua capacidade de escuta e de análise, habilidades requeridas em exercício profissional.
Atividade formativa inspirada pela experiência de Bruno Latour no livro “A Fabricação do Direito”, mediante o olhar antropológico sobre o ofício de magistrado do trabalho.

Pretende-se reconstruir detalhes da tecelagem do raciocínio jurídico.

Após suscitar nos magistrados a experiência etnográfica na posição de pesquisador, mediante o projeto “Vivendo o Trabalho Subalterno”, a Escola Judicial do TRT/RJ pretende realizar uma nova abordagem antropológica, desta vez, colocando o ofício judicial sob o olhar antropológico.

Aspira-se, com esta atividade, ampliar os registros perceptivos e sensoriais destes magistrados, a fim de apurar sua capacidade de escuta e de análise, habilidades requeridas em exercício profissional.
Atividade formativa inspirada pela experiência de Bruno Latour no livro “A Fabricação do Direito”, mediante o olhar antropológico sobre o ofício de magistrado do trabalho.

Pretende-se reconstruir detalhes da tecelagem do raciocínio jurídico.

Após suscitar nos magistrados a experiência etnográfica na posição de pesquisador, mediante o projeto “Vivendo o Trabalho Subalterno”, a Escola Judicial do TRT/RJ pretende realizar uma nova abordagem antropológica, desta vez, colocando o ofício judicial sob o olhar antropológico.

Aspira-se, com esta atividade, ampliar os registros perceptivos e sensoriais destes magistrados, a fim de apurar sua capacidade de escuta e de análise, habilidades requeridas em exercício profissional.

O programa de Formação de Mediador consiste em dois eixos de atividades obrigatórias. O primeiro é o curso teórico de 40 horas e, o segundo, o estágio supervisionado de 60 horas, no CEJUSC do TRT/RJ.